Uzbequistão

Uzbequistão

Resta muito a fazer

A morte do presidente Islam Karimov, em agosto de 2016, inaugura uma nova página na história do Uzbequistão: em 25 anos de reinado, o inamovível ditador nunca deixou de intensificar a censura e perseguir os jornalistas independentes. Seu sucessor, o ex-primeiro ministro Chavkat Mirzioïev, prometeu melhorar a situação dos direitos humanos. Os mais famosos jornalistas presos finalmente foram soltos e os sinais de degelo se multiplicam. Mas nada menos do que três outros jornalistas e blogueiros, entre os quais dois detidos em 2017, padecem atrás das grades, e a libertação anunciada de cinco outros ainda não pôde ser confirmada. Testemunhos mostram que a tortura está longe de ser coisa do passado. As críticas oficiais com relação ao antigo aparato repressivo começam a desfazer certos tabus, mas as autoridades mantêm um controle quase absoluto sobre os meios de comunicação tradicionais e sobre a Internet. Os principais sites de notícias independentes, como Ferghana ou Radio Ozodlik, permanecem bloqueados no Uzbequistão.

165
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

+4

169 em 2017

Pontuação global

-5.27

66.11 em 2017

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