Américas
OECO
-
Ranking 2022
55/180
Nota: 68.49
Indicador político
61
62.91
Indicador econômico
62
48.37
Indicador legislativo
78
68.25
Indicador social
51
79.80
Indicador de segurança
36
83.13
Ranking 2021
45/180
Nota: 76.02
N/A
Estes indicadores não estão disponíveis antes de 2022 em função de uma mudança metodológica

Os países membros da Organização dos Estados do Caribe Oriental (OECS) têm se esforçado para manter um alto nível de liberdade de imprensa, apesar da censura nas redações e da crescente influência política.

Cenário midiático

Em algumas ilhas, os partidos políticos são acionistas majoritários dos meios de comunicação, comprometendo a independência jornalística em toda a região. Os governos também exercem influência significativa sobre estações de rádio, jornais e mídias digitais, incluindo The Grenada Explorer e Antiqua Breaking News.

Contexto político

Em toda a região, os meios de comunicação estão sob a influência direta dos políticos, sobretudo durante os períodos eleitorais. Essa situação se deve ao fato de que, por meio da distribuição de contratos de publicidade pública, os políticos eleitos podem privar as redações dessa renda vital para sua existência. Foi o caso de Granada, onde um protesto contra o diretor-geral da rede pública de radiodifusão Grenada’s Broadcasting Network, a única a cobrir todo o território, foi abafado.

Quadro jurídico

Em 2016, São Vicente e Granadinas aprovou uma lei de crimes cibernéticos ambígua, na verdade destinada a restringir a liberdade de imprensa online sob o pretexto de difamação criminosa. A lei incluía não apenas a mídia impressa e os meios de radiodifusão, mas também o conteúdo on-line.

Contexto económico

Ainda que o setor de imprensa tenha passado por um período de crescimento econômico, os jornalistas geralmente têm pouca formação e muitas vezes desistem de sua atividade por causa dos baixos salários, situação que afeta sobretudo as mulheres da região.

Contexto sociocultural

O jornalismo não é considerado uma atividade prestigiosa ou lucrativa na região.

Segurança

Nenhum jornalista foi morto no ano passado, mas em junho de 2020 o fotojornalista do Nation News Christoff Griffith morreu enquanto trabalhava em Barbados. Um inquérito foi aberto para esclarecer o incidente. Embora, de modo geral, os jornalistas trabalhem em total segurança e liberdade, eles podem estar sujeitos a ameaças ou intimidação por parte de organizações criminosas.

Ataques em tempo real em OECO

Assassinados a partir de 1o de janeiro 2022
0 jornalistas
0 colaboradores de meios
0
Presos atualmente
0 jornalistas
0 colaboradores de meios
0