Ranking 2022
1/180
Nota: 92.65
Indicador político
1
94.89
Indicador econômico
1
90.38
Indicador legislativo
1
92.23
Indicador social
2
93.71
Indicador de segurança
11
92.03
Ranking 2021
1/180
Nota: 93.28
N/A
Estes indicadores não estão disponíveis antes de 2022 em função de uma mudança metodológica

Na Noruega, a liberdade de imprensa goza de um sólido arcabouço jurídico. O mercado de mídia é dinâmico, com um forte serviço público de radiodifusão e um setor privado diversificado com editoras garantindo grande independência editorial.

Cenário midiático

A emissora pública NRK domina o mercado audiovisual, tendo como único concorrente na TV – puro entretenimento à parte – o canal comercial TV2. No cenário digital, a versão online do jornal VG quebrou recordes de audiência. Existem cerca de 230 meios de comunicação no país. Um jornalismo de opinião mais radical vem crescendo online nos últimos anos.

Contexto político

A mídia norueguesa opera em um ambiente político favorável. Em geral, os políticos se abstêm de qualificar como fake news qualquer artigo desfavorável e de denegrir seu autor. Parlamentares e ministros evitam abordar os conselhos editoriais de publicações subsidiadas por órgãos públicos.

Quadro jurídico

A Constituição garante tanto a liberdade de expressão quanto o direito à informação pública, que também é protegido por várias outras leis. A indústria da mídia observa um código de ética comum.

Contexto económico

A Autoridade Norueguesa da Mídia coleta, classifica e publica informações sobre os proprietários de mídia. Por sua vez, as autoridades da concorrência protegem o pluralismo em termos de propriedade. A política de “IVA zero” nos meios de comunicação contribui para manter a qualidade e o pluralismo.

Contexto sociocultural

De modo geral, a sociedade e o Estado incentivam o jornalismo independente e o debate de ideias.  Profissionais de mídia são esporadicamente alvos de assédio online.

Segurança

Os jornalistas geralmente trabalham em um ambiente seguro. Alguns casos raros de violência física foram relatados, mas as ameaças são comuns: de acordo com um estudo, um em cada quatro jornalistas seria vítima de ameaças de uma forma ou de outra.