Coreia do Sul

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Uma imprensa sujeita à polarização e à autocensura

Sob a presidência de Park Geun-hye, as relações entre o governo e a imprensa ficaram visivelmente mais tensas. A intolerância do poder diante da crítica aumentou, enquanto suas interferências na esfera midiática prejudicaram a independência de uma imprensa já sensivelmente polarizada. A lei sobra a difamação, que prevê penas que podem chegar a sete anos de prisão, permanece a primeira causa de autocensura no país. Apesar desse ambiente, os diferentes escândalos políticos que marcaram a presidência em 2016, levando à destituição de Park Geun-hye, demonstraram a capacidade das mídias de cobrir livremente os assuntos políticos e de criticar as instituições do país quando estas não lhes parecem mais privilegiar o bem coletivo. O debate público sobre as relações com a Coreia do Norte, um dos principais temas nacionais, é enfraquecido pela lei de segurança nacional, que pune com prisão qualquer publicação "favorável" a Pyongyang e que constitui um dos principais motivos de censura online.

43
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

+20

63 em 2017

Pontuação global

-4.10

27.61 em 2017

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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