Omã

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Desaparecimento dos jornais independentes

Num país onde a censura é onipresente, a Internet constitui o principal espaço alternativo para a opinião pública omani. Os jornalistas-cidadãos são, nesse contexto, os alvos privilegiados das autoridades desse país de quatro milhões de habitantes, sob a autoridade do sultão Qabus Ibn Saïd Al Saïd há 45 anos. Acusados de insultos ao chefe de estado, à cultura ou aos costumes do país, ou de incitação a manifestações ilegais e perturbação da ordem pública, os jornalistas-cidadãos são com frequência interpelados, às vezes detidos em segredo e condenados a pesadas penas de prisão. A imprensa independente também é alvo sempre que se interessa demais por temas sensíveis, como a corrupção na justiça omani. Em 2016, os raros jornais independentes e críticos, Azamn, Al-Balad e a revista online Al-Mowaten, foram fechados à força ou tiveram que suspender suas atividades por causa de pressões políticas. Em 2017, as autoridades mantiveram o fechamento do Azamn, embora um tribunal de apelação tenha ordenado sua reabertura no final de 2016.

132
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

-5

127 em 2018

Pontuação global

+2.75

40.67 em 2018

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