Omã

Omã

Ausência de pluralismo

Apesar da uniformidade do panorama dos meios de comunicação e de uma aparente unanimidade, a autocensura é a regra neste sultanato pacífico, onde não são admitidas críticas ao sultão Haïtham ben Tariq ou ao seu primo e predecessor Qabus Ibn Saïd (que morreu no início de 2020 após 45 anos de reinado) . Acusados de insultos ao chefe de Estado, à cultura ou aos costumes do país, ou ainda de incitação a manifestações ilegais e perturbação da ordem pública, os jornalistas-cidadãos são com frequência interpelados, às vezes detidos em segredo e condenados a pesadas penas de prisão.  A imprensa independente também é alvo sempre que se dedica a temas sensíveis, como a corrupção na justiça omani.  Em 2016, dois jornais independentes, Azamn e Al-Balad, e a revista online Al-Mowaten foram fechados à força ou tiveram que suspender suas atividades por causa de pressões políticas. Em 2017, as autoridades mantiveram o fechamento do Azamn, embora um tribunal de apelação tenha ordenado sua reabertura no final de 2016

133
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2021

Posição

+2

135 em 2020

Pontuação global

-0.05

43.42 em 2020

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