Noruega

Noruega

Um "impecável", ou quase

Desde 1814, o artigo 100 da Constituição estabelece os marcos da liberdade de imprensa no país. Hoje, a mídia do país é livre e os jornalistas não sofrem nem censura, nem pressões políticas. A violência contra jornalistas e a mídia é rara, mas vários casos de assédio cibernético racista foram registrados. Fredrik Solvang, um jornalista de origem coreana do canal estatal NRK, revelou ter sido alvo de insultos racistas em dezembro de 2018, abrindo a via para outras histórias semelhantes. A Media Ownership Act, uma lei anti-concentração aprovada em 1997 que proibia que grandes grupos de imprensa possuíssem mais de 40% do capital de cada canal de televisão, rádio ou jornal, considerada muito pouco dinâmica diante da rápida evolução da paisagem midiática, foi abolida em 2016 em favor de um texto sobre a transparência da propriedade da mídia, menos restritivo em termos de concentração e regido pela lei da concorrência. A Autoridade Norueguesa de Mídia (Mediatilsynet) e a autoridade de concorrência devem trabalhar juntas para garantir a diversidade do panorama da mídia norueguesa. O novo governo de coalizão, liderado pelos conservadores, reduziu os subsídios gerais da imprensa ao apresentar seu novo orçamento em outubro de 2017. Um déficit crucial para jornais de baixa tiragem ou títulos regionais em um ambiente cada vez mais competitivo. Em junho de 2017, o Instituto Nacional Norueguês de Direitos Humanos criticou o novo código de processo criminal do governo, afirmando que, em vez de fortalecer a proteção das fontes, não especificou claramente em que condições a polícia poderia violar o sigilo das fontes.

1
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

0

1 em 2018

Pontuação global

+0.19

7.63 em 2018

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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