Iêmen

Iêmen

Balanço desastroso para os jornalistas

Com a tomada da capital Sanaa pelos rebeldes hutis em 2014, a desintegração de sua aliança com o ex-presidente Saleh, assassinado em 2017, e a intervenção militar da coalizão liderada pela Arábia Saudita desde março de 2015, as reviravoltas políticas e de segurança afetaram gravemente a liberdade de imprensa no Iêmen. Agressões, sequestros e ameaças fazem parte do cotidiano dos jornalistas, quando não são vítimas de bombardeios pela coalizão árabe. Pelo menos 11 jornalistas e colaboradores de meios de comunicação locais estão detidos atualmente pelos hutis, e um, pela Al Qaeda, a maioria, desde 2015. Na parte do país controlada pelo governo dito legítimo, os abusos das milícias, apoiados pelos Emirados, contra os jornalistas são frequentes. A informação independente sobre o conflito é rara, a maioria das mídias sendo controlada pelas partes envolvidas no conflito.

167
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

-1

166 em 2017

Pontuação global

-3.57

65.80 em 2017

Contatos

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