Eslovênia

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Ameaças, campanhas difamatórias sistemáticas e concentração da imprensa

Apesar da pressão das ONGs internacionais pela liberdade de imprensa, os problemas permanecem: a criminalização da difamação não foi removida e políticos famosos continuaram processando ou submetendo os meios de comunicação a ataques caluniosos. Devido ao "direito de resposta", estabelecido em 2006 pela Lei da Mídia, qualquer pessoa que se sinta insultada ou ofendida por um artigo pode exigir que o jornal publique uma correção situada em um local equivalente. Apesar de numerosos pedidos da profissão, a legislação sobre a imprensa não foi alterada. Não houve ataque físico a jornalistas em 2019, porém, em um julgamento referente ao ataque voluntário de 2018 a um redator e uma JRI da televisão pública por um motorista, o agressor foi condenado somente a seis meses de prisão com condicional. O veredicto teve o efeito de um balde de água fria e provocou manifestações de organizações locais de jornalistas. O partido SDS, de extrema direita, fundado por oligarcas próximos ao primeiro-ministro húngaro Victor Orbán, aumentou consideravelmente suas ameaças e campanhas de difamação contra jornalistas nas mídias sociais e em seu próprio conglomerado de meios de comunicação, o KESMA . Finalmente, a concentração da imprensa enfraquece consideravelmente o pluralismo e promove a autocensura.

32
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2020

Posição

+2

34 em 2019

Pontuação global

+0.33

22.31 em 2019

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2020
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2020
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2020
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