Equador

Equador

Uma preocupante retomada da violência contra a imprensa

O mandato do presidente Lenín Moreno (2017-2021) acalmou as tensões entre as autoridades equatorianas e muitos meios de comunicação privados, após três mandatos consecutivos de Rafael Correa (2007-2017), que foram dramáticos para a liberdade de imprensa, marcados por inúmeras demissões, processos por difamação e outras multas financeiras contra jornalistas e meios de comunicação críticos do governo. Apesar de tudo, as intimidações e agressões contra jornalistas - especialmente no contexto de manifestações - e os ataques a redações (TVs, rádios) se intensificaram, permanecendo comuns desde 2019. Em 2018, o sequestro seguido do assassinato de uma equipe de jornalistas do diário El Comercio, na fronteira com a Colômbia, foi particularmente traumático para os jornalistas equatorianos e levantou muitas dúvidas quanto à segurança e aos métodos de trabalho nessas zonas de conflito fora do controle das autoridades públicas. Em 2020, a pandemia de Covid-19 afetou severamente o trabalho da imprensa, com muitos jornalistas mortos na linha de frente, um grave impacto econômico e dificuldades crescentes no acesso à informação pública. 

96
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2021

Posição

+2

98 em 2020

Pontuação global

+0.21

32.62 em 2020

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2021
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2021
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2021
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