Equador

Equador

Uma preocupante retomada da violência contra a imprensa

A eleição do presidente Lenín Moreno, em maio de 2017, diminuiu em grande parte as tensões entre o governo equatoriano e muitos meios de comunicação privados. Ela acontece após três mandatos consecutivos de Rafael Correa (2007-2017), que se revelaram dramáticos para a liberdade de imprensa e foram marcados por inúmeras demissões, processos judiciais por difamação e multas financeiras contra jornalistas e meios de comunicação críticos demais com relação ao governo. As intimidação e agressões contra os jornalistas - especialmente no contexto de manifestações - e os ataques a redações (TV, rádios) permanecem comuns e se intensificaram em 2019. Em 2018, o sequestro seguido do assassinato de uma equipe de jornalistas do diário El Comercio, na fronteira com a Colômbia, foi particularmente traumático para os jornalistas equatorianos e levantou muitas dúvidas quanto à segurança e aos métodos de trabalho nessas zonas de conflito fora do controle das autoridades públicas.

98
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2020

Posição

-1

97 em 2019

Pontuação global

+0.74

31.88 em 2019

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2020
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2020
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2020
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