Cuba

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A imprensa não oficial constantemente colocada à prova

Cuba continua a ser, ano após ano, o pior país da América Latina em termos de liberdade de imprensa. A eleição de Miguel Díaz-Canel em 2018, após 59 anos de repressão castrista, não mudou a situação.  O regime cubano mantém um monopólio quase total da informação e tenta, por todos os meios, dificultar o trabalho da imprensa independente. Prisões arbitrárias, ameaças de prisão, perseguição e assédio, buscas domiciliares ilegais, confisco e destruição de material jornalístico fazem parte do cotidiano dos profissionais da mídia que não seguem a linha oficial castrista. Blogueiros e jornalistas independentes são mantidos sob a vigilância de agentes que tentam reduzir sua liberdade de movimento, não hesitam em abordá-los e eliminar as informações em sua posse. As autoridades também monitoram a cobertura midiática dos jornalistas estrangeiros, concedendo  licenças seletivamente e expulsando jornalistas considerados "muito negativos" em relação ao regime. A melhoria gradual do acesso à Internet na ilha é um dos raros motivos de esperança para o futuro da liberdade de imprensa em Cuba.  

171
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2021

Posição

0

171 em 2020

Pontuação global

+0.13

63.81 em 2020

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2021
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2021
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2021
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