Suriname

Suriname

Recursos insuficientes

Com poucos ataques direcionados contra jornalistas e um horizonte midiático relativamente plural, o Suriname detém uma boa classificação em matéria de liberdade de informação. Pode-se, contudo, lamentar uma falta de formação e de recursos, e sobretudo uma lei sobre a difamação extremamente severa que prevê sanções que vão de um a sete anos de prisão por "expressão pública de ódio" ao governo. O muito polêmico presidente Desi Bouterse, que retornou ao poder pelas urnas em 2010 e depois foi reeleito em 2015, foi acusado de estar implicado no assassinato de 15 oponentes políticos na década de 1980, entre os quais cinco jornalistas, mas acabou anistiado.

20
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

+1

21 em 2018

Pontuação global

-0.06

16.44 em 2018

Contatos

  • 0
    journalistes tués em 2019
  • 0
    journalistes citoyens tués em 2019
  • 0
    collaborateurs tués em 2019
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