Hungria

Hungria

A situação não melhora

A Fundação para a Imprensa e a Mídia da Europa Central (KESMA), que controla mais de 500 meios de comunicação no país, ainda domina o cenário, e o governo mantém seu controle sobre os meios de comunicação adquirindo espaço publicitário em determinados jornais. O acesso à informação é cada vez mais difícil para jornalistas independentes. Eles são proibidos de se dirigir a membros do Parlamento e participar de determinados eventos. Membros do governo recusam pedidos de entrevistas feitos por veículos considerados mais críticos. Os serviços de comunicação das instituições públicas não respondem às suas perguntas. O Conselho de Mídia, o órgão regulador dos meios de comunicação mais poderoso do país, foi reeleito em dezembro de 2019. Entre os novos membros, apenas os candidatos do partido governista Fidesz foram eleitos. Os deputados do Fidesz da Comissão Parlamentar de Nomeações rejeitaram todos os candidatos propostos pelos partidos da oposição.

89
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2020

Posição

-2

87 em 2019

Pontuação global

+0.40

30.44 em 2019

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2020
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2020
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2020
Ver o Barômetro