Tonga

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A preocupante erosão da independência da mídia

Desde as primeiras eleições democráticas de 2010, as mídias independentes, gradualmente, entenderam a extensão de seu papel como contra-poder. Alguns líderes não hesitam, contudo, em processar as mídias que os incomodam e a fazer com que corram o risco de multas significativas. Diante da ameaça de asfixia financeira, alguns jornalistas julgam ser forçados a se autocensurar. A vontade de regular os conteúdos online "nefastos para a comunidade", especialmente nas redes sociais, levou o governo a aprovar novas leis em 2015, uma das quais prevê a criação de um órgão de regulação da Web, com o poder de bloquear sites sem a autorização de um juiz. A reeleição do partido do primeiro-ministro Samiuela 'Akilisi Pōhiva, em novembro de 2017, ocorreu em um contexto de crescentes tensões com jornalistas, especialmente aqueles do serviço público audiovisual, a Tonga Broadcasting Commission (TBC), cujas chefes de redação foram retiradas da redação por pressão do governo. Em 2018, o governo completou o aperfeiçoamento do seu controle sobre a PBC, abolindo qualquer independência editorial.

45
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

+6

51 em 2018

Pontuação global

-0.27

25.68 em 2018

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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