Tonga

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A independência das mídias como contra-poder

Desde as primeiras eleições democráticas de 2010, as mídias independentes, gradualmente, entenderam a extensão de seu papel como contra-poder. Alguns líderes não hesitam, contudo, em processar as mídias que os incomodam e a fazer com que corram o risco de multas significativas. Diante da ameaça de asfixia financeira, alguns jornalistas julgam ser forçados a se autocensurar. A vontade de regular os conteúdos online "nefastos para a comunidade", sobretudo nas redes sociais, levou o governo a aprovar novas leis em 2015, uma das quais prevê a criação de um órgão de regulação da Internet, autorizado a bloquear sites sem a autorização de um juiz. A reeleição do partido do primeiro ministro Samuela 'Akilisi Pōhiva em novembro de 2017 ocorreu em meio a um contexto de crescentes tensões com os jornalistas, especialmente aqueles do serviço audiovisual estatal, que viu suas redatoras chefe serem afastadas da redação por pressão do governo.

51
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

-2

49 em 2017

Pontuação global

+0.71

24.97 em 2017

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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