Sudão do Sul

Sudão do Sul

Nove jornalistas assassinados desde 2011

A guerra que devasta o Sudão do Sul desde o final de 2013 só fragilizou mais ainda a situação dos jornalistas de todos esse jovem país, independente desde 2011. Forçadas pelo governo a não abordar temas ligados ao conflito, as mídias só publicam as informações a conta gotas. Em agosto de 2015, o presidente Salva Kiir ameaçou de morte os jornalistas que "trabalham contra o seu país". Três dias depois, o repórter Peter Moi foi assassinado em Juba. Mais recentemente, em junho de 2016, Isaac Vuni, correspondente para o Sudan Tribune e o The Juba Monitor foi sequestrado, seu cadáver foi encontrado quatro meses depois. Desde 2011, pelo menos nove jornalistas foram mortos. Os profissionais que tentam transmitir uma informação livre se expõem sistematicamente a terríveis represálias: execução, tortura, detenção arbitrária, assédio... Diante da ameaça, alguns preferem deixar o país, ou fecham simplesmente seus jornais, como no caso do muito notório The Citizen.

145
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2017

Posição

-5

140 em 2016

Pontuação global

+3.29

44.87 em 2016

  • 1
    Jornalistas assassinados em 2017
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2017
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2017
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