Suécia

Suécia

Ainda na frente, mas...

A Suécia, o primeiro país do mundo a adotar uma lei sobre liberdade de imprensa em 1776, permanece no mais alto nível em termos de independência dos meios de comunicação. O ano de 2020 começou com mudanças significativas desde que a posição oficial de "mediador da imprensa" foi requalificada como "mediador da mídia" e teve suas competências ampliadas para a televisão, a rádio e a mídia online. As forças de segurança combatem ativamente os ataques a jornalistas: o número de queixas diminuiu e alguns agressores foram condenados. No entanto, um terço dos jornalistas suecos afirmam ter sido alvo de ameaças ou ódio online, algumas vezes levando à autocensura. A tendência preocupante de aquisição de pequenos veículos de comunicação por grandes grupos de imprensa continua. Atualmente, cinco empresas possuem mais da metade da mídia local. A ascensão do populismo e dos movimentos pela supremacia branca favoreceu o surgimento de um grupo de meios de comunicação alternativos online com uma agenda política de extrema direita. Em 2019, jornalistas e meios de comunicação suecos foram alvos de ataques violentos e ameaças provenientes da China. Tais ameaças costumam ter como alvo jornais que publicam artigos sobre Hong Kong, Taiwan ou o editor e autor sueco-chinês Gui Minhai, preso na China desde 2015. Jornalistas iranianos exilados na Suécia também foram atacados e ameaçados pelo regime iraniano.

4
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2020

Posição

-1

3 em 2019

Pontuação global

+0.94

8.31 em 2019

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2020
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2020
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2020
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