Samoa

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Um modelo regional de desenvolvimento da imprensa em perigo

Apesar da vivacidade de grupos de imprensa como Talamua Media ou o grupo do Samoa Observer, o arquipélago está perdendo seu status de modelo de liberdade de imprensa na região do Pacífico. Em 2013, as autoridades haviam abolido a lei sobre a criminalização da difamação, que havia gerado esperanças reais. Tudo à toa: o Parlamento finalmente restabeleceu a lei em dezembro de 2017, sob pressão do Primeiro Ministro Tuilaepa Sailele Malielegaoi, para cuidar dos jornalistas que ousem criticar membros do governo. Desde então, o mesmo primeiro-ministro multiplicou declarações nas quais pretende explicar aos jornalistas como fazer seu trabalho e ditaro que pode ou não ser investigado. No início de 2018, o mesmo primeiro-ministro alertou a mídia samoana, pedindo-lhes que "Não brinquem com fogo" ao publicar informações que iam de encontro com seus interesses, caso contrário, seu gabinete se encarregaria de censurar seus sites. Essas ameaças repetidas levaram a Aliança de Profissionais da Mídia pelo Desenvolvimento (Samoa Alliance of Media Practitioners for Development, SAMPOD) a mobilizar a profissão para reafirmar o direito fundamental dos samoanos de acessar informações plurais, livres e independentes, como condição indispensável para o exercício da democracia no arquipélago.

21
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2020

Posição

+1

22 em 2019

Pontuação global

0

18.25 em 2019

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2020
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2020
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2020
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