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  • Ranking RSF 2019: os jornalistas do Oriente Médio alvos de ataques deliberados

    O assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi em outubro de 2018 expôs de forma crua os riscos enfrentados pelos profissionais na região quando não cumprem as injunções de silenciar ou fazer propaganda do Estado. A repressão de regimes autoritários, os conflitos, o número de jornalistas mortos, ameaçados e reduzidos ao silêncio ou ao exílio, mais uma vez fazem com que a maioria dos países do Oriente Médio ocupe as piores posições do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa.


  • Ranking RSF 2019: Jornalistas no Norte da África sob múltiplas pressões

    Entre as longas ações judiciais no Marrocos, as pressões, às vezes violentas, exercidas pelas milícias armadas líbias e os numerosos processos na Argélia, os jornalistas trabalham no norte da África em um ambiente muitas vezes hostil e lutam para cumprir seu papel de informar com independência. Uma exceção notória é a Tunísia, que dá um salto significativo no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa da RSF.


  • Ranking RSF 2019: uma barragem se rompe na Europa?

    O enfraquecimento da liberdade de imprensa na Europa, denunciado nos últimos rankings da RSF, vem acompanhado de uma erosão institucional encarnada por poderes cada vez mais autoritários. Assassinatos, tentativas de assassinato ou ataques físicos e verbais: os jornalistas europeus estão sujeitos a muitas formas de intimidação e pressão e a um assédio judicial crescente. Embora a Europa continue sendo o continente que melhor garante a liberdade de imprensa, os jornalistas investigativos são, mais do que nunca, prejudicados em seu trabalho.






  • Ranking RSF 2019: A liberdade de imprensa em um momento de grandes mudanças na África Subsaariana

    A África Subsaariana não está imune à nova degradação global da liberdade de imprensa. O ódio aos jornalistas, os ataques aos repórteres investigativos, a censura, especialmente na internet e nas redes sociais, e as pressões econômicas e judiciais contribuem para enfraquecer a produção de informação livre, independente e de qualidade em um continente onde a liberdade de imprensa progrediu significativamente em 2018.


  • Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa 2019: a mecânica do medo

    A edição de 2019 do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa elaborado pela Repórteres sem Fronteiras (RSF) mostra que o ódio aos jornalistas se transformou em violência, o que levou consequentemente a um aumento do medo na profissão. O número de países onde os jornalistas podem exercer com total segurança sua atividade profissional continua a diminuir, enquanto os regimes autoritários reforçam seu controle sobre os meios de comunicação.


  • Ranking RSF 2018: As difíceis condições para o jornalismo na África do Norte

    A edição 2018 do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa revela que os jornalistas continuam sob forte pressão na África do Norte. Marcos legais restritivos, entraves ao exercício do jornalismo em campo, em particular na cobertura de manifestações, e diversos temas considerados tabus são alguns dos muitos desafios que restringem a atividade dos jornalistas e limita a circulação da informação livre, independente e plural.