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  • Ranking RSF 2020: diversidade de ameaças ao futuro do jornalismo africano

    Em 2020, 21 de 48 países africanos ainda aparecem em vermelho ou preto no mapa do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa compilado pela Repórteres sem Fronteiras (RSF). A situação daqueles que tentam produzir informações é difícil, até mesmo crítica. A próxima década será decisiva para o futuro do jornalismo no continente.


  • Ranking RSF 2020: miragem de calmaria no Oriente Médio

    A situação da liberdade de imprensa no Oriente Médio é cada vez mais sombria. O Iraque passa a integrar o espectro dos países com o pior desempenho no Ranking da RSF. Após uma ligeira queda no número de violações, a violenta repressão das manifestações populares, a retomada das operações militares e o fortalecimento do controle de regimes já onipotentes dissiparam as esperanças de apaziguamento.


  • Ranking RSF 2020: Europa Oriental e Ásia Central, estabilidade em uma região acorrentada

    A estagnação de países da Europa Oriental e da Ásia Central no último Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa esconde uma tendência preocupante. O maior domínio da tecnologia por parte de poderes autoritários ou instáveis suscita temores de uma intensificação da censura. Os pesos pesados da região, Moscou e Ancara, continuam a dar o mau exemplo.


  • Ranking RSF 2020: tendências preocupantes persistem na América do Norte, apesar das melhoras

    O Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa da Repórteres sem Fronteiras (RSF) de 2020 mostra que, apesar de uma ligeira melhora, persistem tendências preocupantes em toda a América do Norte. Às vésperas de uma nova década, os Estados Unidos precisam recuperar urgentemente seu status de excelência em liberdade de imprensa, tanto dentro de suas fronteiras quanto além, para se posicionar novamente como uma democracia de primeira linha.




  • Ranking RSF 2020: deterioração do ambiente de trabalho dos jornalistas no Norte da África

    Ações judiciais intermináveis no Marrocos, interpelações sistemáticas e prisões provisórias prolongadas na Argélia, meios de comunicação líbios que se transformam em atores do conflito armado…. Num ambiente de deterioração generalizada do ambiente em que operam jornalistas no Norte da África, a Tunísia continua sua transição democrática, apesar das reformas atrasadas no setor de mídia.



  • Ranking RSF 2019: os jornalistas do Oriente Médio alvos de ataques deliberados

    O assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi em outubro de 2018 expôs de forma crua os riscos enfrentados pelos profissionais na região quando não cumprem as injunções de silenciar ou fazer propaganda do Estado. A repressão de regimes autoritários, os conflitos, o número de jornalistas mortos, ameaçados e reduzidos ao silêncio ou ao exílio, mais uma vez fazem com que a maioria dos países do Oriente Médio ocupe as piores posições do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa.