Papua-Nova Guiné
Papua-Nova Guiné
Uma liberdade real, mas frágil
A Papua Nova-Guiné oferece um ambiente relativamente livre para sua imprensa, plural e dinâmica, apesar das violências contra jornalistas. Em 2017, vários jornalistas foram alvo das forças policiais, que respondiam com armas às manifestações pacificas dos estudantes. Certas autoridades contribuem com a autocensura, intimidando diretamente os jornalistas após a publicação de artigos que lhes sejam críticos. As eleições que ocorreram em junho e julho de 2017 foram marcadas por inúmeras violações da liberdade de imprensa, tendo as autoridades impedido os meios de comunicação e os jornalistas cidadãos de cobrir em total liberdade o processo eleitoral que levou à reeleição do controvertido primeiro ministro Peter O'Neill. Durante seu primeiro mandato, seu governo havia cuidadosamente ignorado os apelos dos repórteres, pedindo por medidas para garantir sua segurança. Os jornalistas que se interessem pelo destino dos refugiados que desejam pedir asilo na Austrália continuam impedidos de realizar adequadamente seu trabalho nos campos de retenção terceirizados por Camberra na Ilha Manus.
Posição
-2
51 em 2017
Pontuação global
+1.12
25.07 em 2017