Lesoto

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O cerco se fecha sobre as mídias

As tensões políticas se intensificaram após as eleições legislativas de junho de 2017, tornando cada vez mais difícil o exercício da profissão de jornalista. As campanhas de assédio, de ameaças de morte e de prisões realizadas contra os jornalistas tornam-se recorrentes e permanecem impunes. As autoridades exercem uma tal pressão sobre os meios de comunicação que alguns jornalistas precisaram partir para o exílio na África do Sul ou preferem recorrer à auto-censura. Os jornais e a rádio, mídias que reinam devido aos custos de distribuição e ao nível baixo de alfabetização, perdem pouco a pouco sua liberdade de tom e ainda dependem das rendas publicitárias das empresas estatais. Inúmeras rádios privadas locais foram fechadas sob alegação de que atentavam contra a segurança do Estado. A informação online permanece relativamente livre, mas o acesso à Internet continua muito reduzido devido à falta de infraestrutura e ao custo de conexão.

68
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

0

68 em 2017

Pontuação global

0

28.78 em 2017

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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