Jordânia

Jordânia

Uma imprensa pouco livre

A imprensa jordaniana observa com prudência os limites determinados pelas autoridades. Os jornalistas são submetidos a uma estreita vigilância pelo serviço de inteligência e obrigados a aderir à Associação da Imprensa Jordaniana, controlada pelo Estado. Desde 2012 e da revisão da lei da imprensa e das publicações, as autoridades reforçaram o seu controle, sobretudo na Web. Centenas de sites foram bloqueados desde 2013, a maioria pelo fato de não terem uma licença. As publicações dos jornais online ou aquelas dos jornalistas cidadãos nas redes sociais são passíveis de penas de prisão e levam à detenção provisória em caso de processos, desde a lei dos crimes cibernéticos de 2015. Sob pretexto de questões de segurança, os jornalistas são, com frequência, alvo de processos na justiça e até mesmo de condenações no âmbito de uma lei anti-terrorista extremamente vaga. As "gag orders" (ordem de silêncio), emitidas pela Comissão das mídias para controlar os debates públicos, limita também o acesso à informação de jornalistas a temas sensíveis. No ano passado, a Jordânia participou da crise do Golfo ao fechar o escritório da Al Jazeera em Amman.

132
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

+6

138 em 2017

Pontuação global

-1.53

43.24 em 2017

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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