Hong Kong

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A liberdade de imprensa está se erodindo em Hong Kong

Vários casos de violência contra a mídia, principalmente praticados pela polícia ou por gangues da máfia pró-Pequim, ocorreram em Hong Kong durante os protestos pró-democracia no verão e outono de 2019. Nesta região administrativa especial da República Popular da China (RPC), que deve desfrutar de um status separado até 2047, a liberdade de imprensa está diminuindo sob pressão de Pequim. O incidente recente mais significativo foi a expulsão, em 2018, do jornalista Victor Mallet, editor-chefe para a Ásia do Financial Times e vice-presidente do Clube de Correspondentes Estrangeiros (FCCHK), que havia moderado um evento que desagradou Pequim. O Gabinete de Ligação do Partido Comunista Chinês controla, no todo ou em parte, vários meios de comunicação, incluindo os diários Tao Kung Pao e Wen Wei Po. No entanto, existe uma resistência encarnada por um punhado de veículos de comunicação online independentes, com financiamento participativo e audiência crescente, como o Stand News, Citizen News, o The Initium, o Hong Kong Free Press, o InMedia ...

80
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2020

Posição

-7

73 em 2019

Pontuação global

+0.36

29.65 em 2019

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2020
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2020
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2020
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