Hong Kong

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A resistência se organiza diante das ingerências de Pequim

Em um contexto de polarização entre uma ala "pró-Pequim"e uma ala "pró-democracia", os cidadãos de Hong Kong viram, nos últimos anos, seus meios de comunicação sofrerem uma crescente ingerência das autoridades chinesas. Ainda que as violências contra jornalistas tenham praticamente acabado, estes ainda têm cada vez mais dificuldade em cobrir temas que digam respeito à governança de Hong Kong e à China continental. Quando o gigante da Internet, Alibaba, comprou o South China Morning Post no final de 2015, os honcongueses perceberam que deveriam lutar para preservar a liberdade de informação com a qual se acostumaram. A resistência é encarnada por um punhado de meios de comunicação online independentes, com financiamento participativo e público crescente, como Citizen News, The Initium, Hong Kong Free Press, inMedia... Ano passado, esses novos meios de comunicação conseguiram, após anos de luta, obter um reconhecimento oficial por parte das autoridades.

70
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

+3

73 em 2017

Pontuação global

-0.42

29.46 em 2017

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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