Geórgia

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Pluralismo, mas não ainda a independência

A paisagem midiática georgiana é plural, mas permanece muito polarizada. As reformas realizadas nos últimos anos ajudaram a limpá-la: a transparência da propriedade dos meios de comunicação, o pluralismo dos pacotes de satélites entretanto, os proprietários de imprensa geralmente mantêm o controle sobre o conteúdo editorial. Devolvida a um ex-proprietário após um julgamento do Corte Europeia de Direitos Humanos (CEDH), a principal rede de oposição, Rustavi 2, revirou sua linha editorial, levando à renúncia da maioria parte da redação. Dois novos canais favoráveis à oposição nasceram desse conflito. A televisão estatal local Adjara TV também sofre com as lógicas partidárias. Menos habitual, a violência policial contra os jornalistas persiste e as ameaças permanecem frequentes. A investigação sobre o sequestro de Afgan Mukhtarly até agora não produziu nenhum resultado convincente: o jornalista azerbaidjano no exílio havia desaparecido em Tbilisi em 2017, antes de reaparecer atrás das grades em seu país de origem. Um caso chocante em um país conhecido por ser um refúgio para dissidentes dos países vizinhos.

60
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2020

Posição

0

60 em 2019

Pontuação global

-0.39

28.98 em 2019

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2020
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2020
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2020
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