França
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Uma imprensa livre, mas a concentração de propriedade é preocupante
Ainda que a imprensa seja globalmente livre e bem protegida pela lei, a paisagem midiática francesa é amplamente dominada por grandes grupos industriais cujos interesses estão em outros setores. Essa situação leva a conflitos que fazem pairar uma ameaça sobre a independência editorial, e até mesmo sobre a situação econômica das mídias. Em dezembro de 2017, a rede de televisão Canal +, da qual Vincent Bolloré é acionista através do grupo Vivendi, foi suspeita de realizar em suas transmissões a promoção do Togo, país onde o grupo Bolloré realizou investimentos significativos. O grupo e seu parceiro comercial, a holding luxemburguesa Socfin, abriram mais de vinte processos por difamação contra os meios de comunicação nos últimos anos. O questionamento crescente do trabalho dos meios de informação - "mediabashing" - por políticos ou personalidades midiáticas foi especialmente intenso durante a última campanha presidencial. Houve ainda recusas de registro que fizeram com que a profissão ficasse imediatamente na defensiva. O anúncio de um projeto de lei para lutar contra as notícias falsas suscitou debates intensos.
Posição
+6
39 em 2017
Pontuação global
-0.37
22.24 em 2017








