Filipinas

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O presidente Duterte preocupa os defensores da liberdade de imprensa

Ainda que tenham sido registrados menos jornalistas mortos ao longo dos últimos anos devido à suas atividades, as Filipinas ainda são um dos países mais perigosos para a imprensa. Milícias privadas, contratadas principalmente por políticos locais, calam a voz dos jornalistas em total impunidade. O "blocktiming", sistema de aluguel de tempo de antena, permite que qualquer um seja âncora do seu programa de rádio político. Essa prática muito difundida no país torna imprecisas as fronteiras do jornalismo fazendo com que seja mais difícil distinguir os crimes direcionados diretamente a profissionais da informação. A imprensa filipina, entretanto, ainda permanece bastante livre e diversificada. Quanto ao novo presidente, Rodrigo Duterte, que chegou ao poder em junho de 2016, seu mal disfarçado incentivo à violência contra os jornalistas preocupa todos os defensores da liberdade de informação.

127
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2017

Posição

+11

138 em 2016

Pontuação global

-3.58

44.66 em 2016

Contatos

  • 4
    Jornalistas assassinados em 2017
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2017
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2017
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