eSwatini

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Uma imprensa livre inexistente

A antiga Suazilândia, um pequeno país sem litoral na África do Sul tornou-se "eSwatini" por decreto do rei em 2018, é uma monarquia absoluta que impede os jornalistas de trabalhar. No reino de Mswati III, nenhum tribunal de justiça está habilitado a processar e julgar os membros do governo, mas qualquer crítica à monarquia é passível de processo. A cultura do sigilo, onipresente, dificulta o acesso à informação e o controle estatal sobre a mídia é total. A única televisão privada existente pertence à família do rei e a crítica ao poder é passível de penas pesadas graças à existência de dezenas de leis draconianas para processar jornalistas. Assédio, intimidação e agressão física contra profissionais da informação são comuns e resultam em autocensura quase permanente por medo de represálias. Em janeiro de 2018, um jornalista investigativo foi forçado a fugir para a África do Sul após ser ameaçado de morte por publicar um artigo revelando o envolvimento do rei em um caso de corrupção. Seu jornal foi fechado por ordem do rei. Vários fotojornalistas também foram agredidos, principalmente pela polícia.

147
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

+5

152 em 2018

Pontuação global

-2.37

51.46 em 2018

  • 0
    Jornalistas assassinados em 2019
  • 0
    Jornalistas cidadãos assassinados em 2019
  • 0
    Colaboradores assassinados em 2019
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