Costa do Marfim

Costa do Marfim

Promessas não cumpridas

Em 2018, o RSF registrou menos ataques contra a liberdade de imprensa na Costa do Marfim, mas as agressões contra jornalistas por forças de segurança, especialmente durante protestos, não desapareceram e testemunham da importância de aumentar a conscientização sobre os direitos dos jornalistas. A nova lei de imprensa estabelece que nenhuma razão é admissível para a detenção de jornalistas. Um progresso que deve pôr fim à prisão preventiva de jornalistas, prática regular no país. Em 2017, oito jornalistas foram vítimas dessa prática. Outras disposições são mais restritivas à liberdade, como o crime de ofensa ao chefe de Estado ou a possibilidade de processar jornalistas por difamação por fatos, mesmo verificados, se eles dizem respeito à vida privada da pessoa. Finalmente, a prometida liberalização do setor audiovisual ainda está sendo esperada e nenhum progresso perceptível foi feito na investigação do desaparecimento do jornalista Guy-André Kieffer há 15 anos, apesar das promessas do presidente da Costa do Marfim.

71
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

+11

82 em 2018

Pontuação global

-0.56

30.08 em 2018

Contatos

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