Chade

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Violências e prisões arbitrárias

Não é bom ser jornalista no Chade. Os repórteres são regularmente detidos após a publicação de certas matérias. A maioria deles é liberada bem rapidamente mas outros são mantidos em detenção arbitrária por várias semanas, ou até vários meses, e alguns sofrem maus tratos na prisão. As investigações e matérias que abordam a impunidade ou criticam o presidente Idriss Déby Itno não são toleradas e podem levar à expulsão de jornalistas estrangeiros, ao sequestro e prisão dos jornalistas chadianos e também à suspensão das rádios locais. Os jornalistas sentem diretamente a violência das forças da ordem durante a cobertura de manifestações contra as medidas de austeridade do governo. Contudo, as organizações e associações de jornalistas não ficam caladas: um "dia sem imprensa" foi decretado em fevereiro para denunciar a repressão brutal e maciça dos meios de comunicação pela polícia política e pelos agentes do governo que agem com total impunidade. Em período eleitoral, o acesso às redes sociais pode ser simplesmente cortado no país durante vários meses.

123
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2018

Posição

-2

121 em 2017

Pontuação global

-1.21

39.66 em 2017

Contatos

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