Argentina

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Violência policial e comunicação pública em risco

A polarização entre a comunicação pública e a privada é muito forte na Argentina. A lei de mídias de 2009, que constituía um avanço em termos de pluralismo e garantia uma melhor distribuição das frequências entre mídia pública, privada e comunitária, foi modificada desde a chegada do presidente Macri em dezembro de 2015. A nova legislação favorece os movimentos de concentração e beneficia os principais grupos de mídia. A mídia argentina, considerada mais crítica, é com frequência alvo de denúncias de calúnia apresentadas nos tribunais civis, que na maioria das vezes resultam em sanções econômicas destinadas a sufocá-las financeiramente. Desde 2017, no contexto de grandes eventos, houve muitos casos de repórteres e jornalistas independentes agredidos e vítimas de violência policial nas principais cidades do país. Alvo de grandes cortes orçamentários, a comunicação pública também enfraqueceu significativamente desde a chegada da administração Macri.

57
na Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa 2019

Posição

-5

52 em 2018

Pontuação global

+2.25

26.05 em 2018

  • 0
    journalistes tués em 2019
  • 0
    journalistes citoyens tués em 2019
  • 0
    collaborateurs tués em 2019
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